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Como escolher puxadores para móveis planejados? 

4 dicas preciosas para escolher puxadores para móveis planejados?

Muitas vezes são os detalhes que fazem toda a diferença na decoração de uma casa. Esse é o caso dos puxadores para móveis: são itens que podem passar despercebidos em um primeiro momento, mas que são essenciais para a funcionalidade e a personalidade do ambiente.

Especialmente no caso dos móveis planejados, os puxadores podem ser combinados a cores e texturas nas portas e gavetas — e, assim, compor uma mobília exclusiva. Há puxadores clássicos, modernos, retrôs e até alguns que parecem obras de arte!

Em meio a tantas opções de formato e materiais, pode parecer difícil escolher a mais indicada para a sua casa. Mas não se preocupe! Para ajudar na escolha dos melhores puxadores para móveis, preparamos este post com tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

ANTES DE MAIS NADA: QUAL O ESTILO DE DECORAÇÃO DO ESPAÇO?

Definido o cômodo onde ficará o móvel, é hora de olhar em volta e responder: que estilo de decoração caracteriza o espaço? Se há um clima de nostalgia, com releituras de objetos fabricados em outra época e itens herdados da sua família, a decoração é provavelmente retrô. Agora, se o ambiente é moderno e funcional, tudo tem que seguir um padrão mais reto e clean, concorda?

O importante nesse momento é haver uma congruência entre o estilo predominante e os acabamentos. Se você está construindo ou reformando, basta analisar suas referências e inspirações para saber que caminho seguir. Porém, se você já está com o cômodo quase pronto e ainda assim tiver dificuldade em definir um estilo, talvez seja a oportunidade de fazer pequenas transformações para deixar sua casa mais com a sua cara.

QUAIS PONTOS OBSERVAR NA ESCOLHA DOS PUXADORES PARA MÓVEIS PLANEJADOS?

Combinar o estilo de decoração do ambiente com o design dos puxadores é apenas o primeiro passo para personalizar os móveis da sua casa. Veja a seguir que outros pontos devem ser observados.

1. MATERIAL

Há puxadores de diversos materiais no mercado hoje em dia. Em geral, os menores e mais retrô são de porcelana e de madeira. Já os de plástico e de metal costumam ser maiores e mais variados.

Para decidir o material do puxador, você deve considerar a harmonização com o estilo do móvel e também outras características do cômodo. Em ambientes em que há umidade e sujeira — como banheiro e cozinha —, dê preferência para puxadores que sejam fáceis de limpar: de metal, lisos e sem frisos.

2. TAMANHO

O tamanho dos puxadores para móveis deve seguir a proporção de portas e gavetas das quais fazem parte. No armário para o quarto de casal, por exemplo, o ideal são alças longas posicionadas de forma que pessoas de diferentes alturas consigam alcançá-las sem precisar levantar muito os braços. Já para móveis menores, como criados-mudos e cômodas, os puxadores pequenos do tipo bolinha são mais indicados.

3. ACABAMENTO

Os puxadores para móveis podem seguir uma infinidade de acabamentos — e os mais versáteis são os de metal. Eles podem ser cromados, proporcionando um efeito brilhante e sofisticado, ou ainda escovados, que são elegantes e discretos.

Já o acabamento em cobre é uma tendência bastante moderna, que combina com o estilo de decoração industrial. Nesse caso, o metal quente contrasta com o frio do concreto e das cores sóbrias, resultando em um agradável equilíbrio.

4. USO

Um fator que deve ser levado em consideração é a frequência de uso de portas e gavetas. Na cozinha, por exemplo, os armários são constantemente abertos e fechados no momento da preparação dos alimentos. Nesse caso, puxadores grandes e projetados para frente, como os tipo alça, são mais úteis para uma pegada firme. Outra opção são os embutidos, que não atrapalham a circulação e não aparentam a sujeira.

Por outro lado, os puxadores para móveis da sala ficam mais expostos, embora menos utilizados. Por isso, a dica é ousar um pouco mais e escolher puxadores que tenham um efeito estético interessante.

QUAIS TIPOS DE PUXADORES EXISTEM?

Para você acertar na escolha, é importante conhecer mais sobre os diferentes tipos de puxadores que existem no mercado. Então, confira abaixo o nosso mini-guia!

CLÁSSICOS

Os puxadores clássicos são aqueles que associamos a móveis mais antigos, como os da casa dos avós. Eles podem ser redondos, quadrados, em alça, em argola, entre outros formatos. Como remete ao passado, esse tipo de puxador é mais indicado para móveis tradicionais, como armários, cômodas e gaveteiros.

RETRÔS

Os puxadores retrôs geralmente são redondos, de materiais como cerâmica, vidro, resina e madeira. Além disso, muitos são coloridos e estampados com flores e listras, por exemplo. O bom é que esse tipo de puxador é indicado para vários estilos de móveis, não apenas para os vintage, por isso também pode ser uma ferramenta para dar personalidade a qualquer ambiente.

MODERNOS

Os puxadores modernos geralmente são de aço inox, retos e brilhantes. Mas há também opções que misturam materiais, como madeira e couro. Além do acabamento sofisticado, esse tipo de puxador é reconhecido pela sua durabilidade.

Outra ideia é usar os puxadores para móveis de uma forma diferente da sua função inicial. É o caso, por exemplo, do cabideiro: basta alinhar alguns puxadores redondos em um suporte, e pronto! Você pode colocá-lo na parede do hall para organizar itens como casacos e bolsas, e ainda dar um toque especial na sua decoração. Seguindo a mesma ideia, você pode fazer porta-joias, suporte para panos de prato, e o que mais a imaginação permitir.

Os puxadores para móveis não apenas facilitam a vida em casa ao permitir abrir e fechar rapidamente as portas e as gavetas, mas também são grandes diferenciais estéticos. Por isso, vale a pena dedicar um tempinho para conhecer as opções existentes e refletir sobre o uso dos móveis. Dessa forma, você garante um visual mais harmonioso e funcional na sua casa.

 

 

Fonte: Finger

 

10 Dicas de móveis para ambientes reduzidos

1. Móveis retos funcionam melhor. “Possibilitam encaixes nos ambientes. Prefira-os”.
2. Peças suspensas são sempre bem-vindas: elas privilegiam a circulação.
3. A melhor maneira de visualizar um móvel no ambiente é simular seu tamanho real. No chão, demarque as medidas com jornal. Observe se sobra área para os outros móveis.
4. Escolha elementos que possam mudar de lugar. O banquinho que está na cozinha deve servir para a sala, para a área de serviço etc.
5. Pense na decoração alinhada ao seu dia a dia, e não às ocasiões especiais. “Não faz sentido uma mesa enorme, que ocupe metade da sala, para um lugar onde vivem duas pessoas. Quando o número de convidados for grande, improvise”.


6. Em busca de leveza visual, prefira as peças que misturem poucos materiais. “Se o ambiente é pequeno, o ideal é que os móveis nem sequer sejam notados”.
7. Não compre tudo ao mesmo tempo. O ideal é partir do móvel maior. Os demais vêm depois, se sobrar espaço.
8. Peças dobráveis e empilháveis são as grandes aliadas das metragens reduzidas. Dê preferência a elas, desde que o conforto e a estabilidade sejam preservados. “Não adianta ter uma mesa dobrável que chacoalha durante o uso”, explica;


9. Tenha poucos móveis. Não cabem o sofá nem as poltronas? Fique apenas com o sofá – um que você ame.
10. Opte pela ocupação horizontal, e não vertical. Quanto menos preenchida estiver a parede, mais respiro tem a decoração.

Confira puxadores para móveis na matéria:

Renovando ambientes através do puxador

Renovando ambientes através do puxador

Uma maneira simples e fácil de transformar o ambiente trocando apenas os puxadores

Com o tempo e o constante abre-e-fecha, puxadores se desgastam. Além disso, apesar de representarem apenas um detalhe na ambientação, peças fora de moda ajudam a denunciar a idade da moradia. “Não adianta renovar um espaço inteiro e deixar que puxadores obsoletos envelheçam o visual”.  Ao estudar novas opções para portas internas e externas, leve em conta tanto os aspectos técnicos – a exemplo de material, durabilidade, nível de segurança e acessibilidade – quanto os estéticos – como desenho, acabamento e harmonia com a decoração.

Qual material dos puxadores ?

Os mais comuns são o zamac (liga de zinco, alumínio, magnésio e cobre), o latão (composto de zinco e cobre), o alumínio e o aço inox. Cada vez mais popular, o zamac tem como característica o baixo custo, contudo é contraindicado para regiões de maresia. “No litoral, o alumínio, o aço inox e o latão resistem melhor à oxidação”. Ao se decidir por um modelo, verifique o nível de resistência à corrosão.

Quais são as tendências?

O design desses produtos perdura por bastante tempo, já que as linhas são substituídas, normalmente, a cada cinco anos. Por essa razão é difícil definir o que continuará na moda. No entanto, acessórios retilíneos, sem ornamentações, tendem a permanecer por mais tempo. Os puxadores, usados em substituição às maçanetas, estão definitivamente em alta. Quanto aos acabamentos, a oferta varia: zamac e alumínio recebem banho cromado ou cromo acetinado, enquanto o aço inox pode ser polido, acetinado ou escovado. Se o desejo for por algo mais discreto, o visual fosco cai melhor.

Como combinar a maçaneta ou o puxador com a decoração?

Para as arquitetas Daniella e Pricilla de Barros, de São Paulo, a escolha deve ser coerente com o estilo dos espaços. “Não adianta fazer um projeto moderno e trabalhar com uma maçaneta convencional”, defende Daniella. A arquiteta Giselle Macedo conta que, “para manter a unidade visual”, geralmente elege um só modelo para todos os ambientes internos de uma casa.

 

O quarto das princesas

A difícil tarefa de acomodar tanta personalidade em um espaço pequeno.

Além daquela baguncinha natural feita pelas crianças, o grande desafio para a composição de um quarto pequeno para meninas é o posicionamento das camas. Mesmo que elas ocupem um grande espaço no ambiente, não tem como abrir, não é mesmo? Nesse caso, a solução é usar a criatividade e apostar em outras alternativas como beliches, camas embutidas e móveis menores – sempre respeitando o espaço de circulação. Aqui vão algumas dicas simples para deixar esse ambiente mais funcional.

Pouco espaço, muita personalidade

Na hora de decorar um quarto pequenos para meninas é muito importante preservar a identidade de cada uma – mesmo que elas sejam bastante diferentes. Isso é muito importante para o desenvolvimento das pequenas. Por isso, crie uma composição que atenda as vontade e as necessidades das duas moradoras. Mas também aproveite a oportunidade para incluir as meninas no projeto e ensiná-las a trabalhar em equipe.

O legal é que quarto de criança pode ter uma grande mistura de cores e estampas, sem parecer um grande carnaval. Abuse dessa liberdade e deixe o espaço alegre e ao gosto das suas filhas. Afinal de contas, esse é o cantinho delas, não é mesmo? Cores são sempre bem-vindas!

Quarto pequeno para meninas

Um quarto pequeno para meninas exige planejamento. Você vai precisar estudar as medidas, avaliar as necessidades e também as possibilidades. Por isso, a primeira dica é colocar no papel todas as informações sobre o cômodo. E também quais seriam os desejos para ele. Assim, você consegue visualizar mais claramente o que é possível ser colocado em prática e o que é apenas um sonho.

Quanto à disposição das camas, existem algumas alternativas bem charmosas e que podem deixar o quarto bonito. Como por exemplo, o uso da cama embutida. Esses modelos, onde a segunda cama fica escondida embaixo da primeira é muito indicado quando o espaço e reduzido e há a necessidade de manter um cantinho de brincadeira ou de estudo. Assim, o quarto fica livre durante o dia e só a noite a cama é estendida no ambiente.

Outra ideia é apostar nas tradicionais beliches. O espaço que esse móvel ocupa é sempre o mesmo, por outro lado, ele pode acabar causando um sufocamento visual por ser grande e tomar quase uma parede inteira. A solução pode ser optar por modelos mais leves e em cores bem claras, combinando com a parede. Assim, o quarto ganha em economia de espaço e as camas ficam misturadas com o fundo neutro.

Ainda falando em disposição diferentes, as camas suspensas são uma ótima ideia para quem quer investir em um projeto e economizar muito espaço. Enquanto uma cama fica no chão a outra é fixada na parede e o espaço embaixo fica livre para uma mesinha de estudos. O resultado é bem moderno e deixa o quarto com um toque original – as crianças costumam adorar.

Quarto decorados

Agora, se você não abre mão de duas camas no chão, a dica é apostar em um modelo menor. E também posicioná-las de maneira paralela, uma em cada parede Assim, deixando o espaço no meio para circulação e usando um criado mudo compartilhado. Depois é só usar as paredes para fixar prateleiras e armários pequenos para ajudar na organização de todos os itens do ambiente.

Para que você possa conferir todas as dicas na prática e ver como é possível montar um quarto de princesas mesmo com um espaço bem reduzido, eu separei algumas inspirações de quarto pequeno para meninas. Aproveite para separar as melhores ideias e utilizar na criação do cantinho das suas pequenas! Vamos conferir?

As tendências de cores para 2019

Já começam a surgir as sugestões de cores para o próximo ano, e tons terrosos estarão presentes nas paredes!

O fim do ano é uma época muito importante para quem busca se inspirar em tendências. Pois é quando as empresas revelam seus estudos e revelam as suas apostas para o próximo ano, de acordo com o comportamento da sociedade. As marcas de tintas são uma delas e já começaram a divulgar suas cores para 2019. Abaixo, selecionamos os tons dos principais nomes do segmento:

Por: Evelyn Nogueira

Casa Cor

Fotos: Divulgação/CASACOR

Coral – Creme Brulée

No meio de outubro, a Coral, marca da AkzoNobel, revelou que a cor do ano em 2019 é o Creme Brulée! O Colour Futures, estudo de tendências de cores da marca, apontou quatro atitudes como guias do tom: pensar, sonhar, amar e agir. A tonalidade quente de caramelo traz uma sensação relaxante para o ambiente.

Sherwin-Williams – Caverna

Caverna, uma cor quente, casual e refinada é a escolha da marca Sherwin Willians para 2019! Da família de tons terrosos, traz em sua essência o espírito de liberdade, que inspira a alma livre. A tonalidade lembra um terracota quente com raízes antigas e elementares, conectando o moderno e o ancestral.

Eucatex – Especiaria Antiga

Especiaria Antiga foi eleita como a aposta da Eucatex para o próximo ano, a partir de um estudo em parceria com a consultoria Tendere. Uma mistura de tons terrosos, com nuances de rosa e vermelho opaco, resulta na coloração levemente acinzentada. A tonalidade ajuda a quebrar excessos de luminosidade do ambiente, sem escurecê-lo. Mesmo sendo uma nuance vermelha, é um pouco mais fria e versátil – podendo ser usada em ambientes internos e externos.

Suvinil – Quentão

O Quentão, um amarelo terroso, que traz luminosidade e aquece o ambiente, foi elegido pela Suvinil como cor do ano! Escolhido a partir de um estudo de tendências, a nuance é nostálgica, moderna, saudosa e alegre – remetendo a lembranças e afetos da infância. Um tom terroso, um pouco mais fechado que o mostarda, está entre o amarelo e o marrom – e é uma ótima aliada para construir contrastes.

Pantone – Apostas

O Instituto Pantone faz pesquisas para determinar quais tons serão os mais indicados para o próximo ano, na moda, na publicidade visual e no design de interiores. Para o design, há um relatório completo com 72 cores da marca, dividida em oito paletas; são elas: clássicocravingsparadoxicalmusingsproximitysyncopatedcherish e meanderings.  

Entretanto, a cravings e a clássico prometem prender a atenção em 2019. A paleta Cravings traz cores vívidas, intensas e que normalmente remetem a alguns alimentos, como doces e apimentados. Os tons aqui são: bege butterum, marrom capuccino, vermelho pimenta caiena, verde grassy e laranja flamingo! Já a paleta clássico foca em tonalidades sofisticadas e atemporais, que remetem a sensação de aconchego, conforto e luxo. Os tons escolhidos são: preto caviar, dourado rico, caramelo café, branco cisne e vermelho borgonha.

 

Pampulha, patrimônio da humanidade

O Conjunto Moderno da Pampulha foi reconhecido, pela Organização das Nações Unidas para a Cultura, Ciência e Educação (Unesco), como Patrimônio Cultural da Humanidade. O título foi confirmado durante a 40ª sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, realizada dia 17 de julho, em Istambul, na Turquia. O Conjunto Moderno inclui os edifícios e jardins da Igreja de São Francisco de Assis (Igrejinha da Pampulha), o Cassino (atual Museu de Arte da Pampulha), a Casa do Baile (atual Centro de Referência em Urbanismo, Arquitetura e Design de Belo Horizonte), o Iate Golfe Clube (hoje Iate Tênis Clube), construídos quase simultaneamente entre 1942 e 1943, além do espelho d’água e a orla da Lagoa.

O título de Patrimônio Cultural da Humanidade é concedido a monumentos, edifícios, trechos urbanos e ambientes naturais de importância paisagística que tenham valor histórico, estético, arqueológico, científico, etnológico ou antropológico. O objetivo da Unesco não é apenas catalogar esses bens culturais valiosos, mas ajudar na identificação, proteção e preservação.

A Pampulha estava na lista indicativa do Brasil desde 1996 e sua candidatura foi retomada pela Prefeitura de Belo Horizonte em dezembro de 2012. O paisagismo do Conjunto Moderno da Pampulha agrega quatro edifícios articulados em torno do espelho d’água da Lagoa da Pampulha, resultado integrado da criação de alguns dos principais nomes brasileiros das artes e arquitetura do século 20, como o arquiteto Oscar Niemeyer, o paisagista Roberto Burle Marx e o pintor Candido Portinari.

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